O consumo de produtos derivados do tabaco atinge três em cada dez adolescentes em Minas Gerais, segundo dados da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE). Especialistas alertam que o hábito voltou a ganhar espaço entre os jovens, impulsionado sobretudo pela popularização dos dispositivos eletrônicos para fumar.
A situação acende um alerta entre autoridades de saúde pública, principalmente pelos impactos precoces no organismo. Informações recentes indicam que o Estado enfrenta dificuldades cada vez maiores para conter o avanço do tabagismo nessa faixa etária.
A facilidade de acesso a esses produtos, frequentemente apresentados com sabores e aromas atrativos, acaba escondendo os riscos reais, como a dependência química e o desenvolvimento de doenças respiratórias graves. Além disso, a crença de que o cigarro eletrônico seria menos prejudicial tem contribuído significativamente para o aumento do consumo entre adolescentes.