A Finlândia foi novamente apontada como o país mais feliz do mundo, mantendo a liderança pelo nono ano consecutivo, segundo o Relatório Mundial da Felicidade 2026.
Divulgado anualmente próximo ao Dia Internacional da Felicidade, o estudo avalia mais de 140 países com base na percepção dos próprios moradores sobre suas vidas. Os dados são obtidos principalmente pelo Gallup World Poll e consideram fatores como apoio social, expectativa de vida saudável, liberdade, generosidade e percepção de corrupção.
O ranking deste ano reforça a força dos países nórdicos, que seguem dominando as primeiras posições, impulsionados por altos níveis de confiança social, instituições sólidas e qualidade de vida.
Confira os 25 países mais felizes do mundo em 2026:
1. Finlândia
2. Islândia
3. Dinamarca
4. Costa Rica
5. Suécia
6. Noruega
7. Países Baixos
8. Israel
9. Luxemburgo
10. Suíça
11. Nova Zelândia
12. México
13. Austrália
14. Bélgica
15. Irlanda
16. Lituânia
17. Áustria
18. Canadá
19. Eslovênia
20. República Tcheca
21. Emirados Árabes Unidos
22. Alemanha
23. Estados Unidos
24. Reino Unido
25. Belize
O Brasil aparece na 36ª posição, ficando em um nível intermediário no ranking global de bem-estar. O resultado indica que, apesar dos desafios, o país mantém uma percepção de qualidade de vida moderada entre seus habitantes.
Entre os destaques, a Costa Rica alcançou sua melhor colocação histórica, ocupando o quarto lugar. Já países da Europa Central e Oriental, como Eslovênia e República Tcheca, seguem apresentando avanços consistentes no nível de bem-estar.
Por outro lado, países de língua inglesa continuam fora do top 10 pelo segundo ano consecutivo. Os Estados Unidos aparecem apenas na 23ª posição, enquanto o Reino Unido ocupa o 24º lugar.
Na outra ponta do ranking, o Afeganistão permanece como o país menos feliz do mundo, seguido por Serra Leoa e Malawi, refletindo os impactos de conflitos e instabilidade.
O relatório também chama atenção para a queda no bem-estar entre jovens em países como Estados Unidos, Canadá, Austrália e Nova Zelândia. Outro ponto analisado é o uso de redes sociais: enquanto o uso moderado pode estar associado a maior satisfação com a vida, o uso excessivo tende a impactar negativamente, especialmente entre adolescentes.
De forma geral, o estudo reforça que a felicidade não depende apenas de fatores econômicos. Relações sociais, confiança nas instituições e senso de pertencimento têm papel central na forma como as pessoas avaliam sua qualidade de vida.