05/10/2026

Notícia/Região

Mais um óbito por dengue é confirmado em Minas Gerais em 2025

A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) confirmou, nesta quarta-feira (12 de fevereiro), a terceira morte decorrente da dengue em 2025. A vítima é uma mulher, com idade entre 40 e 49 anos, residente em Itapagipe, no Triângulo Mineiro.

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De acordo com informações da SES-MG, a paciente possuía comorbidades associadas. Os outros dois óbitos registrados também foram de mulheres, ambas entre 80 e 89 anos, nas cidades de Iturama e Uberlândia, também localizadas no Triângulo Mineiro.

O último levantamento da SES-MG aponta 30.202 casos prováveis da doença em Minas Gerais. Além dos três óbitos confirmados, há outros 22 em análise. Os casos considerados graves ou com sinais de alerta somam 388.

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Quanto a outras arboviroses, o estado registra um óbito confirmado por chikungunya e investiga outro. Os casos prováveis da doença chegam a 2.641. Já os casos prováveis de zika totalizam 12.

As cidades de Uberaba e Uberlândia concentram o maior número de casos prováveis de dengue em Minas Gerais, com 2.800 e 2.037 registros, respectivamente. Uberlândia também lidera em casos prováveis de chikungunya, com 1.501 ocorrências.

Autoridades em alerta para o sorotipo 3

Com a aproximação do Carnaval, os especialistas reforçam a preocupação com a propagação da dengue, especialmente do sorotipo 3. Esse tipo de vírus voltou a ser identificado no estado após 17 anos e encontra uma população vulnerável, sem imunidade contra ele. Para conter um possível surto de arboviroses, a SES-MG tem investido na prevenção, intensificando as ações de combate ao mosquito Aedes aegypti. Entre as medidas estão o aumento do uso de drones para monitoramento e a capacitação das equipes de saúde para evitar mortes.

"O período de Carnaval é sempre um momento de atenção para a disseminação de doenças. Este ano, a maior preocupação é com o sorotipo 3 da dengue. A chegada de turistas — sempre bem-vindos — infectados com esse tipo do vírus, aliada à presença do mosquito transmissor, pode ampliar a transmissão da doença. Por isso, o controle do vetor é essencial", destacou o secretário de Estado de Saúde, Fábio Baccheretti.

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