14/08/2020

Notícia/Colunista

Por Juarez Alvarenga: “Troquei a luz do dia pela luz da light”

O espaço noite, está sofrendo uma transformação, incipiente, proveniente da conjuntura contemporânea.

Habitat natural dos poetas, está transfigurando, para habitat de grandes realizações econômicas do homem moderno. Da idealização da realidade a transformação, a noite começa a servir de sustentáculos, para o enfrentamento de uma nova maneira de fazer riqueza.

Da ociosidade, quase genérica da humanidade, a noite vem adaptando a nova realidade.

Já é perceptível que a noite pode ser, mais racionalmente, aproveitada sem perder sua magia, onde o indivíduo transformar pretensões reprimidas em instrumentos de riquezas.

O período noturno não é mais santuário do descanso. E, sim, pode ser aproveitado até então inexplorado pela humanidade, em um novo tempo, em que o homem em vez de dormir, passa a atuar dentro da noite, com desenvoltura e transformando matéria prima agregada de trabalho humano dispendido construindo novas riquezas.

A humanidade contemporânea, no sistema capitalista em cem anos passou a produzir dez vezes mais trabalhando só diariamente.

Explorando a noite já é mensurável a quantidade exorbitante capaz de aumentar.

Acredito que somente 3% dos empresários brasileiro produz em vinte quatro horas por dia. Mas, mostra nos revelando a viabilidade e potencialidade deste período noturno, como fonte generosa de novas riquezas.

Este progresso submerso, visto somente nos olhos dos visionários da potencialidade da noite, como instrumentos substanciais de novas riquezas, é o iceberg gigantesco atracado no fundo do mar, pronto para submergir.

As noites das reflexões exacerbadas irão transformar em noites de ações, elevando assim o homem, para um novo patamar econômico. Libertando a humanidade de miserabilidade material, e, consequentemente, elevando o espirito.

Construir riquezas é bem mais factível do que distribuir. O lucro e o salário saem do excedente produzido e grupalmente aumentando o excedente, ambos irão aumentar substancialmente.

Jogando os versos poéticos dentro da noite concreta, passaremos a criar uma infraestrutura, de um progresso material imaginável. Mesmo, porque, os empresários já têm capacidade produtiva na sua labuta diurna. Sendo assim é mais favorável o processo de adaptação sem o excessivo capital de giro.

Cabe aos campeões do PIB brasileiro, acelerar este processo incipiente de melhor aproveitamento da noite, como instrumento de riquezas, que daqui para frente, teremos uma produção noturna equiparável a diurna e um Brasil de primeiro mundo.

Aos campeões do PIB brasileiro cabe como máxima a frase da música popular brasileira “TROQUEI A LUZ DO DIA PELA LUZ DA LIGHT” que ao trabalhador a espera de instrumento de sobrevivência agradece.

autor

JUAREZ ALVARENGA

ADVOGADO E ESCRITOR

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